{"id":855,"date":"2022-06-01T15:53:00","date_gmt":"2022-06-01T18:53:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.institutoparmagnetico.com.br\/?p=855"},"modified":"2022-05-23T15:55:08","modified_gmt":"2022-05-23T18:55:08","slug":"como-lidar-com-nossas-perdas-como-vivenciar-o-luto-como-passar-pelo-luto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.institutoparmagnetico.com.br\/?p=855","title":{"rendered":"Como lidar com nossas perdas? Como vivenciar o luto? Como passar pelo luto?"},"content":{"rendered":"<p>Nessa jornada de vida vamos encontrar dificuldades, dores, ang\u00fastias, perdas, mas tamb\u00e9m temos a capacidade emocional e cognitiva para superar e at\u00e9 mesmo enfrentar aqueles momentos que pensamos n\u00e3o tolerar.<br \/>\nO mais saud\u00e1vel em cada ciclo ou etapa da vida \u00e9 expressar nossas emo\u00e7\u00f5es, em vez de ficarmos presos a certos acontecimentos ou circunst\u00e2ncias e a pessoas com quem n\u00e3o conseguimos fechar os la\u00e7os.<br \/>\nO ser humano vive vinculando-se afetivamente \u00e0s coisas e \u00e0s pessoas, costumamos colocar neles grande parte de n\u00f3s mesmos atrav\u00e9s de expectativas, ilus\u00f5es, confian\u00e7a, amizade, palavras, emo\u00e7\u00f5es, v\u00ednculos. Portanto, quando perdemos um ente querido, sentimos que algo de n\u00f3s mesmos foi com ele. Quanto mais amor, mais dor.<br \/>\nO tipo de v\u00ednculo que tivemos com aquele ser que n\u00e3o est\u00e1 mais presente hoje pode aumentar a dor da perda. Por exemplo, se vemos na televis\u00e3o como eles mataram uma pessoa que n\u00e3o conhec\u00edamos, certamente esse fato vai nos chocar e comover, mas n\u00e3o da mesma forma como se a pessoa fosse um ente querido. Precisamos entender que quanto maior o v\u00ednculo, mais intensa ser\u00e1 a dor.<br \/>\nDiante de uma perda, ainda que fa\u00e7a parte da vida, surgir\u00e1 o luto, que significa combate entre dois.<\/p>\n<p>O duelo descreve o momento em que uma pessoa vive um combate interno: uma parte dela aceita a perda diante de outra que n\u00e3o aceita.<br \/>\nEnt\u00e3o, \u00e0 medida que esses sentimentos conflitantes geram conflito, a luta come\u00e7a.<br \/>\nDiante da perda de um ente querido, o luto \u00e9 um processo normal cujas etapas seriam:<br \/>\n1. Reconhecimento de perda<br \/>\n2. Luto em si<br \/>\n3. O retorno \u00e0 vida como sempre<\/p>\n<p>O luto \u00e9 uma forma de responder \u00e0 morte de um familiar, de mostrar ao exterior a dor pela perda ocorrida, a manifesta\u00e7\u00e3o vis\u00edvel de dor, que tem inclusive reflex\u00e3o na maneira que as pessoas se vestem para um funeral. Embora se trate fundamentalmente de roupas, tamb\u00e9m diz respeito aos costumes, sendo assim tamb\u00e9m um fato cultural. Nos tempos antigos, as pessoas que passaram por esses<br \/>\nmomentos de luto jogavam cinzas e rasgavam suas roupas. H\u00e1 muito tempo, o luto era uma quest\u00e3o rigorosa e importante e, se n\u00e3o o fizesse, suspeitava-se que a morte n\u00e3o significava nada em sua vida.<br \/>\nQuando as mulheres estavam de luto, n\u00e3o podiam pintar os l\u00e1bios ou as unhas, nem usar roupas justas. As mulheres indianas, quando perderam seu homem, cortavam seus<br \/>\ncabelos e, quando eles estavam compridos novamente, o luto acabava.<br \/>\nPreto era a cor do luto e ainda \u00e9 para muitas pessoas. Em alguns lugares, h\u00e1 os enlutados; em outros, as vig\u00edlias s\u00e3o realizadas, em outros cantam e assim por diante.<br \/>\nHoje sabemos que o importante para o luto n\u00e3o \u00e9 se voc\u00ea se veste de branco ou preto, se voc\u00ea chora por uma semana trancado em sua casa, na igreja ou se voc\u00ea mostra para o mundo que voc\u00ea \u00e9 ruim pela aus\u00eancia daquele parente. O importante no luto, \u00e9 saber que as perdas s\u00e3o sofridas dentro da alma de cada pessoa e que cada um pode escolher como viv\u00ea-la.<br \/>\nA diferen\u00e7a em como voc\u00ea vive o duelo n\u00e3o est\u00e1 em se voc\u00ea vai se maquiar ou n\u00e3o, se vai assistir ao jogo de futebol ou n\u00e3o, mas em reconhecer que \u00e9 um momento dif\u00edcil pelo qual voc\u00ea precisa passar, e ent\u00e3o vem o aceite, para que no momento certo voc\u00ea viva sua vida em paz e viva a alegria novamente.<\/p>\n<p>No entanto, existem diferentes tipos de duelos. Vamos ver alguns deles:<br \/>\n<strong>\u2022 Luto patol\u00f3gico<\/strong><br \/>\nComo j\u00e1 dissemos, no luto normal h\u00e1 uma aceita\u00e7\u00e3o da perda do objeto (coisa ou pessoa). No luto patol\u00f3gico, essa perda n\u00e3o \u00e9 aceita e diferentes mecanismos s\u00e3o usados para evit\u00e1-la. Os dois tipos b\u00e1sicos de luto patol\u00f3gico s\u00e3o a nega\u00e7\u00e3o do luto, ou seja, nada aconteceu aqui, nada mudou e a intensifica\u00e7\u00e3o do luto.<br \/>\n<strong>\u2022 Nega\u00e7\u00e3o de luto<\/strong><br \/>\nEsse tipo de luto \u00e9 vivido pela pessoa que sofre uma perda e n\u00e3o consegue expressar a emo\u00e7\u00e3o que isso lhe causou. Em geral, os homens tendem a ser mais propensos a ter esses tipos de duelos.<\/p>\n<p>Costumamos nos reprimir, engolir, suportar: &#8220;Os homens t\u00eam que ser fortes, n\u00e3o chorar, n\u00e3o se expressar.&#8221; Ent\u00e3o, racionalizamos a situa\u00e7\u00e3o para n\u00e3o expressar o que realmente estamos sentindo. Mas tudo isso \u00e9 falso, os homens tamb\u00e9m podem chorar e \u00e9 saud\u00e1vel que aprendamos a respeitar os tempos de duelos. Muitas pessoas consideram que viver e sentir essa dor \u00e9 um sinal de fraqueza;<br \/>\nPor isso agem &#8220;como se n\u00e3o&#8221;, como se n\u00e3o tivessem morrido, como se n\u00e3o sentissem dor, medo, ang\u00fastia, etc, sem perceber que n\u00e3o se permitir sentir o que realmente est\u00e1 acontecendo com eles acabar\u00e1 danificando seu corpo e alma.<\/p>\n<p><strong>\u2022 Luto intensificado<\/strong><br \/>\nOcorre quando a pessoa n\u00e3o reprime a emo\u00e7\u00e3o que est\u00e1 sentindo, mas libera tudo. Chorar, gritar, sentir raiva, ang\u00fastia, dor, culpa &#8230;<br \/>\nAqui, a sintomatologia \u00e9 oposta \u00e0 da nega\u00e7\u00e3o do luto. A intensifica\u00e7\u00e3o do luto leva \u00e0 depress\u00e3o e, muitas vezes, a certos dist\u00farbios emocionais.<br \/>\nDiante da perda, a pessoa reage expressando suas emo\u00e7\u00f5es de forma descontrolada. Segundo Freud, a melancolia \u00e9 a manifesta\u00e7\u00e3o do luto patol\u00f3gico. Os sintomas mais comuns neste caso s\u00e3o: ins\u00f4nia, falta de temperamento, anorexia, culpa, autocensura intensa, ideias suicidas, isolamento, etc. Estes ocorrem de forma cada vez mais acentuada e persistente.<\/p>\n<p><strong>\u2022 Luto amb\u00edguo<\/strong><br \/>\n\u00c9 aquele luto que ocorre quando n\u00e3o se sabe se a pessoa morreu ou n\u00e3o. Pode ser o caso de uma pessoa desaparecida, de uma pessoa sequestrada, de um marido que foi embora e n\u00e3o voltou, de um pai que ainda est\u00e1 vivo mas cujo filho n\u00e3o sabe onde e de um menino que sabe que foi adotado, mas ele n\u00e3o sabe onde est\u00e3o seus pais biol\u00f3gicos.<br \/>\nEsse tipo de luto tamb\u00e9m \u00e9 conhecido como &#8220;luto congelado&#8221;, ou seja, a pessoa sente alegria, mas ao mesmo tempo dor por n\u00e3o conseguir fechar ou compreender determinada etapa de sua vida.<\/p>\n<p>Por outro lado, John Bowlby, em seu livro Affective Loss, argumenta que o luto patol\u00f3gico tem as seguintes caracter\u00edsticas:<br \/>\n\u2022 Anseio inconsciente pela pessoa perdida;<br \/>\n\u2022 Repreens\u00e3o inconsciente contra a pessoa perdida com autocensura consciente;<br \/>\ne inconsciente;<br \/>\n\u2022 Cuidado compulsivo de outras pessoas;<br \/>\n\u2022 Descren\u00e7a persistente de que a perda \u00e9 permanente;<\/p>\n<p>Para entender melhor por que sentimos o que sentimos, devemos ter em mente que os fatores que afetam a dura\u00e7\u00e3o e intensidade do luto podem ser: as causas e circunst\u00e2ncias da morte, a identidade e o papel da pessoa perdida, bem como a idade e sexo da pessoa que sofreu a perda e o tipo de personalidade desta.<\/p>\n<p>Seja qual for a dor que decidirmos ter, vamos aprender que &#8220;a dor n\u00e3o \u00e9 um estado, mas um processo. Precisamos ter o lugar e o tempo para poder viver essa dor, para que, assim fazendo, nos reconciliemos com a vida.<\/p>\n<p>\u00c9 interessante notar que, em nossos primeiros anos, todos fomos ensinados a conquistar, vencer e realizar coisas, mas ningu\u00e9m nos disse o que fazer quando perdemos as pessoas que amamos. Pior, fomos mal ensinados sobre o que enfrentar diante da perda.<\/p>\n<p><strong>Vamos identificar alguns h\u00e1bitos errados que nos foram ensinados ou que temos incorporados em nossas casas, direta ou indiretamente, consciente ou inconscientemente, sobre como agir diante das perdas afetivas:<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u2022 Voc\u00ea pode substituir suas perdas<\/strong><br \/>\nEu estava lendo sobre um menino que quando crian\u00e7a teve um cachorrinho e o cachorrinho morreu. O menino come\u00e7ou a chorar com uma ang\u00fastia impressionante e seus pais lhe disseram: &#8220;N\u00e3o chore, compraremos outro cachorrinho para voc\u00ea&#8221;. L\u00e1 encontramos duas mensagens que aquele menino aprendeu sobre perdas:<br \/>\nPrimeiro: &#8220;N\u00e3o chore.&#8221; &#8220;N\u00e3o expresse sua dor, espere.&#8221; Com esse ensinamento, quando a crian\u00e7a come\u00e7ar a crescer, ela vai reprimir e evitar expressar tudo que signifique dor e choro, pois desde crian\u00e7a lhe foi dada a ordem de &#8220;n\u00e3o chore&#8221;.<br \/>\nSegundo: &#8220;Ele pode ser substitu\u00eddo.&#8221; Outra hist\u00f3ria conta que um adolescente brigou com a namorada e este jovem chorou inconsol\u00e1vel, ent\u00e3o sua m\u00e3e, para n\u00e3o v\u00ea-lo mais sofrer, disse-lhe: \u201cTem muitos peixes no oceano\u201d. O que essa m\u00e3e queria dizer a ele era: &#8220;Filho, n\u00e3o chore por aquela menina, h\u00e1 centenas de outras mulheres.&#8221; Ou seja, voc\u00ea pode repor e repor essa dor com a presen\u00e7a de outra mulher.<br \/>\nInconscientemente, por meio dessas mensagens adquiridas, crescemos pensando que as perdas que experimentamos podem ser substitu\u00eddas. Lidamos com a morte de um filho tendo outro filho. Se o nosso companheiro nos abandonou ou faleceu, escolhemos, sem nos permitir lamentar, o primeiro homem ou mulher a aparecer para n\u00e3o nos sentirmos s\u00f3s e percebermos a sua aus\u00eancia. Substitu\u00edmos a morte de uma m\u00e3e ou de um ente querido nos empanturrando de comida, nos afogando em trabalho e mais trabalho, e assim por diante. A quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 pensar, n\u00e3o sofrer perdas.<br \/>\nEles nos ensinaram a repor perdas, pensando que com isso evitar\u00edamos sofremos a dor que as aus\u00eancias nos causam.<\/p>\n<p><strong>\u2022 Se voc\u00ea est\u00e1 sofrendo, fa\u00e7a isso sozinho<\/strong><br \/>\nPor exemplo, quando algu\u00e9m chora em uma escola, \u00e9 retirado da sala de aula e levado para um local isolado para ficar sozinho, pois a mensagem \u00e9 &#8220;se voc\u00ea vai chorar ou expressar dor, tem que ficar sozinho&#8221;. Os pais tamb\u00e9m ajudam a refor\u00e7ar essa mensagem dizendo: &#8220;Se voc\u00ea n\u00e3o estiver bem, v\u00e1 para o seu quarto&#8221;. E o mesmo acontece diante de um duelo. N\u00e3o queremos chorar na frente de ningu\u00e9m para n\u00e3o incomodar o outro. Ent\u00e3o choramos sozinhos, porque a mensagem \u00e9 &#8220;se voc\u00ea rir, eles v\u00e3o rir com voc\u00ea, mas se voc\u00ea chorar, vai chorar sozinho&#8221;.<\/p>\n<p><strong>\u2022 O tempo vai curar as feridas, logo a dor vai passar<\/strong><br \/>\nSe voc\u00ea sofreu perdas significativas, certamente percebeu que o tempo n\u00e3o cura nada. Anos, talvez uma vida inteira, podem passar e ainda ter um cora\u00e7\u00e3o ferido.<br \/>\nEm uma semana voc\u00ea vai estar bem \u00e9 um mito acreditar que o duelo deva durar um certo tempo, j\u00e1 que n\u00e3o existe uma dura\u00e7\u00e3o exata. O duelo \u00e9 pessoal. O que acontece com o passar do tempo \u00e9 que a libido do objeto perdido se retira lentamente e prepara a recupera\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es interpessoais. O car\u00e1ter doloroso da figura do luto se deve justamente \u00e0 saudade persistente da figura perdida, \u00e9 a necessidade de recuperar o ente querido. Essa necessidade de resgate da pessoa perdida se expressa nas mais variadas emo\u00e7\u00f5es, desde a vigil\u00e2ncia e a espera at\u00e9 o choro. Mesmo no luto normal, a raiva aparece, muitas vezes inconsciente, contra a figura perdida e dirigida a outra pessoa, sentimento que est\u00e1 relacionado \u00e0 impot\u00eancia da situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>\u2022 Tem que ser forte<\/strong><br \/>\nSeja forte, espere. A pessoa que cumpre esse mandato \u00e9 a primeira a sofrer consequ\u00eancias em seu corpo, como ataques card\u00edacos, \u00falceras e assim por diante. \u00c9 aquela pessoa que diante de um duelo, de uma morte, de uma perda, diz: \u201cN\u00e3o consigo me soltar, porque se eu desistir, tudo isso desmorona\u201d. E ela \u00e9 a primeira a adoecer. O forte tenta se manter forte em todos os seus pap\u00e9is: divorcia-se, perde o emprego, muda-se de um lugar para outro, mas tem que ser forte e deixar entrar toda a dor porque adquiriu esse h\u00e1bito errado diante de dor, \u00abs\u00ea forte\u00bb, como se chorar fosse um sinal de fraqueza.<\/p>\n<p><strong>\u2022 Voc\u00ea tem que se distrair<\/strong><\/p>\n<p>Voc\u00ea tem que sair um pouco mais. V\u00e1 ao cinema, saia, divirta-se. Divertir-se ou estar ocupado nos distrai, mas n\u00e3o cura nossas feridas. A quest\u00e3o \u00e9 nos atordoar para n\u00e3o pensar, nos distrair ou nos encher de atividades, sem perceber que, o que quer que fa\u00e7amos, se n\u00e3o mantivermos o luto, em algum momento essa dor voltar\u00e1 a ferir nossas emo\u00e7\u00f5es.<br \/>\nO mais importante \u00e9 reconhecer que os duelos machucam; no entanto, eles precisam ser feitos.<br \/>\nTalvez nos sintamos culpados por nos recuperarmos rapidamente de uma perda e nos punamos achando que \u00e9 normal ser mau por muito tempo, lembrando daquela pessoa que n\u00e3o est\u00e1 mais ali. E pensamos: \u201cSe ele se foi, morreu, como \u00e9 que vou ao cinema? Como vou continuar a viver e ele n\u00e3o \u00e9?\u201d<br \/>\nMuitos decidem morrer com a pessoa que se foi hoje. No entanto, essa decis\u00e3o n\u00e3o alterar\u00e1 ou mudar\u00e1 o que aconteceu. Precisamos liberar a dor e tamb\u00e9m aqueles entes queridos que n\u00e3o est\u00e3o mais conosco.<br \/>\nUma coisa \u00e9 a evoca\u00e7\u00e3o afectuosa e algo nost\u00e1lgica, ou a mem\u00f3ria serena e terna que nunca pode desaparecer se tivermos amado algu\u00e9m, e outra coisa \u00e9 uma escravid\u00e3o interna, quando por causa desse apego deixamos de viver, deixamos de crescer, n\u00f3s cancele e ficamos doentes, a vida perde o sentido. O tempo passou e n\u00e3o mais<br \/>\nsomos capazes de desfrutar e criar.<\/p>\n<p>E pensamos que assim, deixando de desfrutar e de viver, os idolatramos, mas esta \u00e9 falso. Aqueles de n\u00f3s que est\u00e3o vivos devem continuar a crescer, se levantar e come\u00e7ar de novo. A vida \u00e9 preciosa demais para passar sem apertar at\u00e9 que n\u00e3o haja mais nada a fazer. Enquanto voc\u00ea estiver vivo, ter\u00e1 for\u00e7a para se levantar e come\u00e7ar de novo.Talvez desta vez voc\u00ea tenha que fazer de uma maneira diferente e com pessoas diferentes, mas voc\u00ea consegue. Voc\u00ea est\u00e1 enfrentando uma etapa nova e diferente, mas tem a si mesmo para inici\u00e1-la, porque voc\u00ea est\u00e1 vivo e h\u00e1 muitos mais sonhos para realizar e conquistar. Libertemos a dor, a mem\u00f3ria, o luto, n\u00e3o nos apeguemos a eles e n\u00e3o nos punamos por aquilo de que n\u00e3o somos culpados. Vamos deixar o que j\u00e1 aconteceu e acolher o novo, aceitar tudo de novo que a vida nos oferece. N\u00e3o vamos nos trancar.<\/p>\n<p>Jaime Barylko dizia: \u00c9 melhor n\u00e3o fazer monumentos das nossas experi\u00eancias mais intensas, porque ent\u00e3o os matamos, os fazemos in\u00e9rcia e uma mem\u00f3ria fixa e imut\u00e1vel. Monumentos devem ser substitu\u00eddos \u00e0s vezes. Momento \u00e9 o que<br \/>\nele se move, o rio em a\u00e7\u00e3o &#8230;<br \/>\nE sua vida \u00e9 isso, um rio, um canal que est\u00e1 sempre em movimento, em a\u00e7\u00e3o, e que ningu\u00e9m al\u00e9m de voc\u00ea pode parar, Segundo V\u00edctor Fern\u00e1ndez, \u00abdepois de viver algo intensamente, tem que se soltar, tem do que passar para outra coisa, como se dissesse: \u201cVamos continuar caminhando, n\u00e3o vamos parar em tumbas.<br \/>\nSua decis\u00e3o far\u00e1 a diferen\u00e7a. As pessoas afirmam que o hor\u00e1rio muda<br \/>\ncoisas e circunst\u00e2ncias, mas na realidade o \u00fanico que pode causar uma mudan\u00e7a \u00e9 voc\u00ea mesmo. A mudan\u00e7a deve ser feita por voc\u00ea.<br \/>\nE lembre-se que, para viver em liberdade, n\u00e3o podemos ficar presos ao passado, ao que aconteceu e \u00e0s lembran\u00e7as. Solte-os, respire fundo e caminhe novamente&#8230;<\/p>\n<p><strong>*NINGU\u00c9M PODE CAL\u00c7AR OS SEUS SAPATOS<\/strong><br \/>\nA dor \u00e9 \u00fanica. Nunca tente fazer algu\u00e9m entender a sua dor, porque a dor \u00e9 sua. Nem mesmo uma pessoa que perdeu um filho ou se divorciou, ou se mudou ou sofreu alguma perda, pode entender sua dor porque sua dor e sua emo\u00e7\u00e3o s\u00e3o exclusivas e nascem dessa rela\u00e7\u00e3o exclusiva e \u00fanica que voc\u00ea teve com aquela pessoa que \u00e9 n\u00e3o est\u00e1 mais com voc\u00ea hoje.<br \/>\nAs pessoas podem tentar entender uma parte do que est\u00e1 acontecendo com voc\u00ea, mas ningu\u00e9m pode sentir o mesmo que voc\u00ea, porque a dor que voc\u00ea sente \u00e9 \u00fanica e cabe a voc\u00ea passar por ela e viv\u00ea-la. E para aquela dor que voc\u00ea passou, ou talvez voc\u00ea est\u00e1 passando, voc\u00ea precisa tir\u00e1-la.<\/p>\n<p>A dor n\u00e3o deve ser escondida, n\u00e3o deve ser justificada, n\u00e3o deve ser explicada, apenas para ser ouvida e depois liberada. A dor n\u00e3o precisa de nada, exceto para sair. A dor precisa ser ouvida. A dor deve ser exaurida. Quando passamos por uma perda, voc\u00ea sofre e essa dor que voc\u00ea sente \u00e9 dor e n\u00e3o h\u00e1 mais nada a dizer.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, como nos sentimos impotentes diante da dor, queremos dizer algo, queremos expressar nossa opini\u00e3o, queremos interpretar, racionalizar a dor e nos esquecemos que a dor que sentimos diante da perda e de um acontecimento traum\u00e1tico \u00e9 normal.<\/p>\n<p>A dor n\u00e3o \u00e9 o problema, o problema s\u00e3o as emo\u00e7\u00f5es n\u00e3o curadas. A t\u00e9cnica do <a href=\"https:\/\/www.parmagnetico.com.br\/desbloqueio-emocional-magnetico-basico.html\">Desbloqueio Emocional Magn\u00e9tico<\/a> poder\u00e1 ajudar a curar estas emo\u00e7\u00f5es. O problema \u00e9 quando h\u00e1 um relacionamento inacabado, sentimentos n\u00e3o ditos ou palavras n\u00e3o ditas, ou seja, quando nossas emo\u00e7\u00f5es n\u00e3o se fecharam e sentimos que t\u00ednhamos muito a fazer e dizer. De vergonha, de raiva, porque ele morreu, porque n\u00f3s n\u00e3o pudemos, porque n\u00e3o quer\u00edamos, n\u00e3o importa, mas todas aquelas emo\u00e7\u00f5es que n\u00e3o foram expressas ficam enraizadas e podem se transformar em uma ferida aberta, se n\u00e3o os curarmos.<\/p>\n<p>No entanto, sempre h\u00e1 algo que podemos fazer. Voc\u00ea pode procurar uma pessoa significativa em sua vida e contar a ela ou escrever uma carta com todas aquelas palavras que n\u00e3o foram ditas, n\u00e3o guarde nada dentro. Depois de fazer isso, voc\u00ea se sentir\u00e1 como se tivesse se livrado de uma grande mochila. Perdoe e, se necess\u00e1rio, perdoe a si mesmo e volte a sonhar e se projetar no futuro. E agora, n\u00e3o feche suas emo\u00e7\u00f5es ou suas palavras, libere-as. N\u00e3o segure a dor, essa dor tem que sair.<br \/>\nConcentre-se no que est\u00e1 ao seu alcance de agora em diante, n\u00e3o se concentre na dor, na frustra\u00e7\u00e3o e na culpa.<br \/>\nPerseverar e n\u00e3o desistir nos permitir\u00e1 seguir em frente e nos aperfei\u00e7oar. O fato de nos movermos nos permitir\u00e1, em determinado momento, avan\u00e7ar e superar aquela tristeza que parecia n\u00e3o ter fim.<br \/>\nSe voc\u00ea decidiu por sua vida e por superar a dor, vai recuperar sua energia e suas for\u00e7as. E n\u00e3o s\u00f3 voc\u00ea vai superar toda a dor que est\u00e1 passando, mas voc\u00ea vai sair com um car\u00e1ter mais desenvolvido e um potencial que lhe permitir\u00e1 chegar a lugares e pessoas que voc\u00ea nunca imaginou.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 a hist\u00f3ria de Helen e \u00e9 uma hist\u00f3ria verdadeira. Helen teve um sonho: estudar Direito, mas quando o pai morreu, seus planos desmoronaram e ela teve que procurar trabalho em uma empresa de eletricidade.<br \/>\nL\u00e1 ela se apaixonou por um jovem chamado Franklin Rice. Eventualmente eles se casaram, mas logo depois de se casar, com a quebra da bolsa de valores em 1929, o jovem cometeu suic\u00eddio.<br \/>\nHelen continuou a trabalhar, apesar de sua dor pelo marido, sua carreira frustrada. E tem mais, ele sofria de uma doen\u00e7a degenerativa extremamente dolorosa. Mas, apesar de tudo isso, ele escreveu cart\u00f5es de felicita\u00e7\u00f5es em um novo emprego, e \u00e0s vezes ele escrevia.<br \/>\nUm dia, algu\u00e9m leu uma de suas cartas e de repente sua vida mudou. Eles a contrataram para escrever. Todos recitaram seus poemas e, desde ent\u00e3o, ele vendeu mais de sete milh\u00f5es de livros. H\u00e1 um poema que a identifica e, justamente, ela o publica antes de morrer. Sua \u00faltima estrofe diz:<br \/>\nPortanto, descanse, relaxe e fique mais forte. Solte-se e deixe Deus carregar sua carga com voc\u00ea. Seu trabalho n\u00e3o est\u00e1 completo ou acabado. Voc\u00ea s\u00f3 chegou para uma curva na estrada. Sua decis\u00e3o far\u00e1 a diferen\u00e7a. As pessoas dizem que o tempo muda as coisas e as circunst\u00e2ncias, mas na realidade a \u00fanica pessoa que pode causar uma mudan\u00e7a \u00e9 voc\u00ea mesmo. A mudan\u00e7a deve ser feita por voc\u00ea.<\/p>\n<p>Na vida, existem dois medos b\u00e1sicos que a maioria das pessoas compartilha: como vamos morrer e o que acontece depois da morte. O medo faz parte da nossa natureza. Desde G\u00eanesis, o homem tem medo do desconhecido. Mesmo aqueles que tiveram sucesso em algum momento ficaram com medo. A diferen\u00e7a \u00e9 que essa emo\u00e7\u00e3o n\u00e3o os deteve ou paralisou.<\/p>\n<p>Em todos os povos encontramos a ideia de uma vida ap\u00f3s a morte, desde os abor\u00edgenes da Austr\u00e1lia, com a sua teoria da reencarna\u00e7\u00e3o constante, passando pelos esquim\u00f3s, que consideravam que as almas iam para o submundo, ao budismo e ao islamismo. A ideia de eternidade est\u00e1 na mente humana, e essa ideia levou o homem de todos os tempos a acreditar e imaginar de mil maneiras diferentes uma vida eterna, uma vida ap\u00f3s a morte.<br \/>\nPara alguns pensadores dos s\u00e9culos XIX e XX, a ideia de eternidade \u00e9 considerada a proje\u00e7\u00e3o de um desejo (Feuerbach) ou uma esperan\u00e7a v\u00e3 para os oprimidos (Marx) ou uma regress\u00e3o \u00e0 imaturidade (Freud).<br \/>\nAl\u00e9m das cren\u00e7as e quest\u00f5es, a morte deve ser enfrentada de acordo com a forma como a vida foi enfrentada. A quest\u00e3o ent\u00e3o n\u00e3o \u00e9 quando vou morrer, mas como vou viver at\u00e9 morrer e como estou investindo minha vida hoje.<br \/>\nDe acordo com o Rabino Harold Kushner: \u201cA vida \u00e9 como uma lata de caf\u00e9 instant\u00e2neo. Quando voc\u00ea est\u00e1 com a lata cheia, voc\u00ea pega os gr\u00e3os e pode distribu\u00ed-los;<br \/>\nMas quando um pouco menos da metade permanece na lata, voc\u00ea n\u00e3o distribui mais t\u00e3o facilmente porque tem pouco. \u00c9 a vida, meio se foi e um pouco mais. Quando voc\u00ea \u00e9 jovem, voc\u00ea vive uma vida louca e d\u00e1 tempo, mas quando o tempo passa e a lata est\u00e1 se esvaziando, voc\u00ea n\u00e3o tem muito para dar.\u201d<br \/>\nVoc\u00ea tem que aprender a administrar seus dias e viv\u00ea-los em paz.<br \/>\nAprenda a fechar todas as perdas e, uma vez feito isso, pense no seu presente e no seu futuro. Amplie o seu sonho, esse sonho tem que ser a raz\u00e3o pela qual voc\u00ea se levanta, porque voc\u00ea anda, porque voc\u00ea fala. E tem que ser t\u00e3o grande que voc\u00ea pense que o melhor e a sobremesa ainda est\u00e3o por vir.<\/p>\n<p>Quando a dor apertar \u00e9 importante aprender a pedir ajuda para curar as feridas&#8230;<br \/>\nJudy Tatelbaum, autora de Courage to Grieve, escreve: \u201cRecuperar-se totalmente de uma perda significa terminar ou abandonar completamente. Recuperar-se da morte de um ente querido n\u00e3o \u00e9 eliminar amor ou mem\u00f3rias, significa aceitar sua morte, reduzir a dor e a tristeza e sentir-se livre para lidar com nossas vidas novamente. &#8221;<\/p>\n<p>No luto, teremos que finalmente abandonar nossa depend\u00eancia da pessoa que partiu, mas podemos reter nosso amor por ela.<\/p>\n<p>Como podemos nos recuperar de perdas, sejam elas div\u00f3rcios, namoro, mortes?<br \/>\nEm primeiro lugar cada pessoa deve salvar seu luto. Esse processo \u00e9 totalmente pessoal e n\u00e3o existe um modelo a seguir, mas sim orienta\u00e7\u00f5es que indicar\u00e3o que a perda j\u00e1 foi superada.<\/p>\n<p>\u2022 Libere a dor, n\u00e3o fique preso \u00e0 dor o dia todo. Aprenda a tirar da sua mente as imagens negativas e tristes do \u00e1lbum. N\u00e3o carregue mochilas, elas s\u00e3o pesadas, coloque-as de lado e continue caminhando em liberdade e paz.<\/p>\n<p>\u2022 Em seguida, confesse. A confiss\u00e3o \u00e9 a a\u00e7\u00e3o de se desculpar pelo que voc\u00ea fez ou deixou de fazer. Enquanto voc\u00ea continuar a defender o direito de estar certo, encontrar\u00e1 um obst\u00e1culo no processo de cura de suas emo\u00e7\u00f5es. H\u00e1 tanto poder na confiss\u00e3o, em dizer &#8220;Eu fiz isso errado&#8221;, &#8220;Eu disse isso&#8221;, &#8220;Eu n\u00e3o te visitei no hospital&#8221;, &#8220;Eu me enganei sobre isso&#8221;, &#8220;N\u00e3o agradeci&#8221;, &#8220;Eu quero me desculpar&#8221;&#8230; A B\u00edblia diz: &#8220;Se confessarmos uns aos outros, seremos curados.&#8221; Talvez voc\u00ea precise se desculpar, porque naquele div\u00f3rcio, naquela perda, antes daquela morte voc\u00ea reagiu impulsivamente e hoje voc\u00ea diz: \u201cComo eu gostaria de ter contado para ele, preciso tirar isso, preciso contar para algu\u00e9m\u201d. Fa\u00e7a hoje, n\u00e3o pare e se livre dessa culpa que carrega.<\/p>\n<p>\u2022 Desculpa. \u00c9 um ato libertador e poderoso, onde quem perdoa \u00e9 quem recebe a liberdade. Muitas pessoas n\u00e3o querem perdoar porque pensam que perdoar seria concordar com o outro. No entanto, o perd\u00e3o \u00e9 uma decis\u00e3o pessoal, independentemente de quem foi o culpado.<br \/>\nPerdoar n\u00e3o \u00e9 justificar o outro. N\u00e3o tem a ver com o que o outro fez, mas com a sua resposta.<br \/>\nPerdoar n\u00e3o \u00e9 esquecer, voc\u00ea sempre se lembrar\u00e1 dessa situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil.<br \/>\nA quest\u00e3o \u00e9 o que voc\u00ea sente toda vez que essa mem\u00f3ria vem \u00e0 sua mente; se voc\u00ea perdoou, voc\u00ea sentir\u00e1 paz.<br \/>\nPerdoar n\u00e3o \u00e9 minimizar, mas curar essa dor.<\/p>\n<p>Isso acontece apesar do dano que eles causaram a voc\u00ea. Perdoar \u00e9 remover essas pessoas de sua vida. Perdoar \u00e9 libertar um prisioneiro e descobrir que o prisioneiro era voc\u00ea.<br \/>\nPerdoar \u00e9 um ato que te faz fechar o passado para poder entrar livremente em seu futuro. Perdoar \u00e9 um ato que permite encerrar fases. Talvez tenha sido um div\u00f3rcio, uma separa\u00e7\u00e3o, uma briga e haja um rancor em sua vida. Voc\u00ea acha dif\u00edcil perdoar porque a raiva lhe d\u00e1 poder. Quando estamos com raiva, nos sentimos fortes, e a raiva faz voc\u00ea se sentir poderoso, mas tamb\u00e9m impede a intimidade. Mas perdoar \u00e9 exatamente liberar essa raiva, porque perdoar \u00e9 um ato de grandeza, s\u00f3 os pr\u00edncipes perdoam. Talvez tenhamos que perdoar pais, filhos, amigos&#8230; Temos que aprender a perdoar, porque na vida sempre haver\u00e1 pessoas que fazem mal, e lembre-se que muitas vezes n\u00f3s, mesmo sem perceber, tamb\u00e9m ofendemos os outros.<\/p>\n<p>\u2022 Fa\u00e7a declara\u00e7\u00f5es emocionais importantes. Alguns de n\u00f3s precisam fazer uma declara\u00e7\u00e3o emocional. Hoje \u00e9 a hora de expressar aquilo que voc\u00ea queria dizer e n\u00e3o disse. Talvez voc\u00ea esteja pensando: &#8220;Sempre quis dizer ao meu pai que o amava e nunca disse a ele&#8221;; \u00abNunca disse \u00e0 minha m\u00e3e o quanto me orgulhava dela, e agora ela faleceu e eu tenho estado muito mal &#8230;\u00bb. Fa\u00e7a-o agora. Quando voc\u00ea fizer isso, estar\u00e1 pronto para fechar essa perda. E quando voc\u00ea fecha as perdas, voc\u00ea est\u00e1 pronto para viver em liberdade.<br \/>\nVoc\u00ea n\u00e3o pode guiar o vento, mas pode mudar a dire\u00e7\u00e3o de suas velas.<\/p>\n<p>prov\u00e9rbio chin\u00eas<br \/>\nQuando voc\u00ea chegar ao fundo, quando tiver exaurido aquela dor, lembre-se de que n\u00e3o haver\u00e1 mais fundo, que voc\u00ea n\u00e3o poder\u00e1 mais cair. E esse fundo ser\u00e1 o ponto de apoio sobre o qual voc\u00ea voltar\u00e1 para cima. Vamos viver uma vida significativa.<\/p>\n<p>1. A vida faz sentido quando eu a invisto em outras pessoas<br \/>\n\u00c9 quando damos, entregamos e compartilhamos que nossa exist\u00eancia ganha significado. \u00c9 uma forma de cuidar, amar e respeitar a vida. Se a vida gira em torno de voc\u00ea, ela se torna vazia e ego\u00edsta.<\/p>\n<p>2. A vida faz sentido quando eu a vivo o mais intensamente poss\u00edvel<br \/>\nA vida costuma ser consumida por coisas sem sentido. Ficamos muito tempo presos no passado, nos erros que cometemos e nas perdas que sofremos. Ou olhamos para o futuro carregando-nos de ansiedades e medos sobre o que vai acontecer ao inv\u00e9s de viver um presente cheio de possibilidades, curtindo o aqui e agora e aproveitando cada momento, cada minuto como se fosse o \u00faltimo.<\/p>\n<p>3. A vida faz sentido quando eu a enriqueci<br \/>\nMuitos chegam \u00e0 velhice e \u00e0 morte com ang\u00fastia e depress\u00e3o ao ver que sua vida passou e est\u00e1 vazia, e que a encheram de experi\u00eancias v\u00e3s, sem resultados, sem sonhos concretos. Outros, por outro lado, chegam \u00e0 velhice e \u00e0 morte com um ac\u00famulo de experi\u00eancias t\u00e3o significativas e transcendentes que, ao olhar para tr\u00e1s, podem ver uma vida vivida com letras mai\u00fasculas.<\/p>\n<p>Por tudo isso, enquanto temos vida, vivamos cada dia t\u00e3o intensamente como se fosse o \u00faltimo. Saiba mais como voc\u00ea pode aprender como aplicar a t\u00e9cnica do <a href=\"https:\/\/www.parmagnetico.com.br\/desbloqueio-emocional-magnetico-basico.html\">Desbloqueio Emocional Magn\u00e9tico&nbsp;<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nessa jornada de vida vamos encontrar dificuldades, dores, ang\u00fastias, perdas, mas tamb\u00e9m temos a capacidade emocional e cognitiva para superar e at\u00e9 mesmo enfrentar aqueles momentos que pensamos n\u00e3o tolerar.&nbsp;[ &hellip; ]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":857,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-855","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biomagnetismo","col-sm-6"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.institutoparmagnetico.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/855","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.institutoparmagnetico.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.institutoparmagnetico.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.institutoparmagnetico.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.institutoparmagnetico.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=855"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/blog.institutoparmagnetico.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/855\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":858,"href":"https:\/\/blog.institutoparmagnetico.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/855\/revisions\/858"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.institutoparmagnetico.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/857"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.institutoparmagnetico.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=855"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.institutoparmagnetico.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=855"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.institutoparmagnetico.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=855"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}