Uma nova recomendação internacional coloca a Lipoproteína(a) como marcador obrigatório de risco cardiovascular. Entenda o que é essa partícula genética, por que ela ameaça mesmo quem tem colesterol normal — e como as terapias bioenergéticas podem ajudar na prevenção.
Por: Adriana V. Bossa
Data: 06/09/2026
Em julho de 2025, cardiologistas de todo o mundo assinaram a Declaração Internacional de Bruxelas sobre a importância de incluir a Lipoproteína(a) — ou Lp(a) — nos exames de rotina para avaliação do risco cardiovascular.
A recomendação?
👉 Que todas as pessoas dosassem a Lp(a) pelo menos uma vez na vida.
Isso porque a ciência vem revelando com força crescente o papel dessa partícula na formação de placas nas artérias, na inflamação vascular, nas tromboses e até na calcificação da válvula aórtica.
Mas o que é exatamente a Lp(a)?
E como as terapias bioenergéticas — especialmente a Epigenética Bioenergética — podem atuar quando ela está elevada?
🔬 O que é a Lp(a) e por que ela importa
A Lp(a) é uma partícula semelhante ao “colesterol ruim” (LDL), mas com uma diferença importante: ela possui uma proteína extra chamada apolipoproteína(a).
Essa estrutura a torna:
• Mais aterogênica (facilita a formação de placas);
• Mais inflamatória (transporta fosfolipídios oxidados);
• E pró-trombótica (competindo com o plasminogênio, que dissolve coágulos).
O grande desafio?
📌 Ela é quase 100% determinada por fatores genéticos.
E muitas vezes, mesmo com alimentação equilibrada, pressão sob controle e LDL em níveis ideais, quem tem Lp(a) alta continua em risco.
🧬 Epigenética e a bioenergia da informação herdada
Se a Lp(a) é determinada por genes herdados, o campo epigenético precisa entrar em ação.
A Epigenética Bioenergética, desenvolvida e aplicada em nossos cursos do Instituto Par Magnético, trabalha com a modulação da expressão gênica por meio de comandos informacionais, frequências e estímulos energéticos.
Na prática, isso significa que o terapeuta pode:
• Identificar padrões epigenéticos relacionados à produção exagerada de Lp(a);
• Acessar memórias transgeracionais e registros bioenergéticos herdados (como traumas familiares ligados a doenças cardíacas);
• Desprogramar padrões de ativação genética que favorecem o risco cardiovascular;
• Reprogramar a expressão celular para um funcionamento mais saudável.
Essa abordagem vai além da suplementação ou da medicação. Ela atua na origem invisível do problema: a informação que o corpo carrega e repete inconscientemente.
💡 Um novo olhar para a prevenção cardiovascular
A incidência de infartos em jovens está aumentando. O estresse, o sedentarismo e o estilo de vida têm seu peso, mas a genética epigeneticamente ativada também contribui — e muito.
Ao oferecer formação em Epigenética Bioenergética, o IPM prepara terapeutas para:
• Realizar rastreios personalizados;
• Aplicar comandos informacionais com segurança e técnica;
• Promover prevenção real e inteligente — mesmo em pacientes aparentemente saudáveis.
🎓 Formação com base científica, humana e integrativa
No Instituto Par Magnético, acreditamos que o terapeuta do futuro é aquele que compreende a ciência, respeita o corpo e atua no campo sutil da informação.
É por isso que nossas formações unem conhecimento técnico, abordagem prática e ética terapêutica profunda — para formar profissionais prontos para lidar com desafios complexos, como a elevação da Lp(a), de forma integrativa e eficaz.
📚 Saiba mais sobre os cursos em Epigenética Bioenergética e Bioenergética Avançada em nosso site ou nos destaques do Instagram.
—
Referência científica principal:
📄 Direct sensing of dietary ω-6 linoleic acid through FABP5–mTORC1 signaling, Science, 2025.
📄 Declaração de Bruxelas sobre a Lp(a), março de 2025.