Como o ajuste do spin do hidrogênio por campos magnéticos estáticos promove a neutralização bioquímica e o equilíbrio do pH celular
Por: Adriane Viapiana Bossa
Data: 01/02/26
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O hidrogênio: um pequeno ímã em ação
O hidrogênio, elemento mais abundante do universo e essencial à vida, esconde em sua estrutura atômica um comportamento fascinante: ele se comporta como um pequeno ímã. Isso acontece porque tanto o próton (no núcleo) quanto o elétron possuem spin, uma propriedade quântica que gera momento magnético. Quando o spin do elétron está desalinhado com o ambiente magnético ao seu redor, há um desequilíbrio energético que pode ser percebido como um campo magnético disfuncional no organismo.
No Biomagnetismo Medicinal, essas alterações são conhecidas como pares biomagnéticos – regiões do corpo onde há acúmulo de cargas ácidas e básicas que não conseguem se neutralizar, prejudicando o equilíbrio bioquímico e favorecendo o surgimento de sintomas ou doenças.
O papel dos ímãs na despolarização bioquímica
Para restabelecer esse equilíbrio, utilizamos campos magnéticos estáticos gerados por ímãs de neodímio na ordem de aproximadamente 1000 Gauss. Mas não se trata apenas de “colocar o ímã e esperar melhorar”. A ciência por trás do Biomagnetismo Medicinal mostra que:
- Esses ímãs influenciam diretamente o spin dos elétrons de hidrogênio nas moléculas que compõem os tecidos afetados.
- Ao ajustar o spin, há uma reorientação eletromagnética que permite que os elementos bioquímicos voltem a se comportar conforme esperado, permitindo que ácidos e bases de Arrhenius se neutralizem.
- A neutralização resulta na despolarização do par biomagnético, ou seja, no restabelecimento do pH local e na quebra do suporte bioquímico que muitos microrganismos ou disfunções utilizam para se manter no organismo.
Esse processo é mensurável e pode ser associado à reversão de quadros inflamatórios, infecciosos, hormonais, emocionais e muito mais.
A importância da formação técnica e científica
É por isso que o Biomagnetismo Medicinal não pode ser reduzido a uma simples aplicação de ímãs. É uma prática que exige conhecimento de:
• Biofísica e bioquímica dos campos eletromagnéticos no corpo humano;
• Polaridade magnética, spin e interação molecular;
• Relação entre cargas elétricas, íons e neutralizações;
• Aplicação clínica de protocolos testados em diferentes tipos de enfermidades;
• Leitura energética e rastreio bioenergético confiável.
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